sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Ajuda Espiritual

Caro Tigre, visando melhorar o seu relacionamento com ses semelhantes, e principalmente, com suas semelhantas, sugiro que o Sr. consulte o magnífico...



Com o Bayano funcionou!

Abraços.

O milagre da computação gráfica...

Já que alguns "posts" atrás o grande Bayano aventou a possibilidade de nosso ídolo (Ricky) ter uma filha...



Inúmeros especialistas em computação gráfica (nenhum deles amigo do carioca; na verdade, nem conhecem o carioca - mas certamente odeiam o carioca) fizeram uma projeção, baseada em várias fotos do Ricky e da Kelly, de como seria a filha do Ricky...



Sem mais delongas: A filha do Ricky!
(viva a tecnologia!)




Ah, sim


Claro, não podia faltar um pouco de poesia... Ricky, pra você!

mais matação de saudade






Óquei, bando de meninos barbados, babentos e fedidos

Tento postar diretamente do plantão mais algumas fotos de barbaridades do casamento do nosso amigo Ricky e sua incauta esposa (aval PQ! urgente!). Pois é, eu não inverti as fotos, e não consegui fazer isso aqui... mas às 4h da manhã, é o melhor que vocês obterão da minha pessoa...

Beijos

Debs

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

"O Moustachista" Rules!! - by Tiger.


A insatisfação constante com o que não pode ser mudado
(ou... por quê diabos as mães enganam suas filhas?)
 
 
Imagine a cena.... a menininha de onze anos está
prestes a se tornar uma mulher e num belo diálogo
bucólico com sua santa progenitora faz perguntas sobre
o amor, sobre como mamãe conheceu papai e quando vai
aparecer na sua vida o lindão da novela. Mamãe, sempre
lânguida,  com sua pele alva banhada pelo resquício de
luz do crepúsculo, conta histórias sobre príncipes
vestidos de branco em cavalos da mesma cor, sobre
flores, sobre como o amor é lindo... 
 AH, FALA SÉRIO!!!! 
Esta cultura de enganar as pessoas já deu o que tinha
que dar... Que tal algo mais próximo da realidade
como... “Minha querida filha; algum dia você vai
conhecer um skatista cabeludo, com umas duas tatuagens
e uns três brincos em lugares diferentes; este cara
vai ser um completo vagabundo, mas vai vir com o maior
papo mole sobre o amor e a paixão, que você (que
também tem hormônios) vai cair como uma pata e vai dar
pra ele (que não vai te ligar nunca mais).
Você vai chorar por um mês ininterruptamente, vai me
contar esta história implorando pra não contar pro seu
pai (no que eu vou concordar).
O tempo cura as feridas e meses depois você conhece
outro que faz a mesma coisa, e depois outro e outro...
um belo dia seu pai percebe e diz que vai matar o
desgraçado (depois do discurso de que ele é sempre o
último a saber). Você chora, esperneia, diz que não;
que desta vez é diferente, que você o ama e vai fugir
com ele.
Esta história se repete seqüencialmente (se você não
engravidar antes, mas isso é outra história...) até
que um dia; você já mais velha, decide se casar por
conveniência com algum zé mané. Meses depois do
casamento descobre que ele é um beberrão, mulherengo,
fica sentado no sofá de cuecas o dia inteiro e não
consegue nem te dar um orgasmo por semana. Ele tem uma
barriga de volume considerável (como seu pai) e você
já não tem mais os encantos da juventude (como sua
mãe) e continua com o cara para não ficar sozinha
(como seus pais).
A menininha faz uma cara de choro da primeira vez que
ouve a história mas vai se acostumando aos poucos.
Decide tomar pra si as rédeas de sua vida. Para de
assistir novelas, investe nos estudos, praticamente
engole o skatista quando perde a virgindade, é a
melhor aluna da classe, bastante popular na faculdade
e torna-se uma executiva de sucesso, com milhares de
homens e mulheres subordinados... É evidente que ela
se casa com um zé mané apenas por conveniência, mas
você não queria que a vida fosse um conto de fadas,
queria?

terça-feira, 4 de setembro de 2007

sábado, 1 de setembro de 2007

Há 97 anos...


... nascia a mais compacta nação, mais fanática religião e mais abnegada crença de que se tem notícia... registro isso com meu momento favorito:

A INVASÃO DE 1976!

Jogo todos ganham e perdem... craques todos têm e todos eles se vão...

... invasão... só a fiel torcida do Timão!

O maior movimento de massa em tempos de paz na história da humanidade!



“Uma coisa é certa: não se improvisa uma vitória. Vocês entendem? Uma vitória tem que ser o lento trabalho das gerações. Até que, lá um dia, acontece a grande vitória. Ainda digo mais: já estava escrito há seis mil anos, que em um certo domingo, de 1976, teríamos um empate. Sim, quarenta dias antes do Paraíso estava decidida a batalha entre o Fluminense e o Corinthians.

Ninguém sabia, ninguém desconfiava. O jogo começou na véspera, quando a Fiel explodiu na cidade. Durante toda a madrugada, os fanáticos do timão faziam uma festa no Leme, em Copacabana, Leblon, Ipanema. E as bandeiras do Corinthians ventavam em procela. Ali, chegavam os corintianos, aos borbotões. Ônibus, aviação, carros particulares, táxis, a pé, a bicicleta.

A coisa era terrível. Nunca uma torcida invadiu outro estado, com tamanha euforia. Um turista que, por aqui passasse, havia de anotar no seu caderninho: 'O Rio é uma cidade ocupada'. Os corintianos passavam a toda hora e em toda parte.

Dizem os idiotas da objetividade que torcida não ganha jogo. Pois ganha. Na véspera da partida, a Fiel estava fazendo força em favor do seu time. Durmo tarde e tive ocasião de testemunhar a vigília da Fiel.

Um amigo me perguntou: 'E se o Corinthians perder?' O Fluminense era mais time. Portanto, estavam certos, e maravilhosamente certos os corintianos, quando faziam um prévio carnaval. Esse carnaval não parou.

De manhã, acordei num clima paulista. Nas ruas, as pessoas não entendiam e até se assustavam. Expliquei tudo a uma senhora, gorda e patusca. Expliquei-lhe que o Tricolor era no final do Brasileiro, o único carioca.

Não cabe aqui falar em técnico. O que influi e decidiu o jogo foi a torcida. A torcida empurrou o time para o empate. A torcida não parou de incitar. Vocês percebem? Houve um momento em que me senti estrangeiro na doce terra carioca".


Nelson Rodrigues.